04/10/2012
Projeto Radio-Escola
Mandei a um funcionario do nosso Parlamento, para que colocasse a algum deputado, para análise e inclusão nas autorizações do Ministerio das Comunicações, para que todas as escolas brasileiras, fossem autorizadas a instalar uma rádio educativa, nos moldes de uma rádio comunitária. até agora nada.
25/02/2009
Terça, 24 de fevereiro de 2009, 09h15 Atualizada às 10h16
Os bancos à beira da nacionalização
Alan Greenspan, ex--presidente do Federal Reserve
Paul KrugmanDo The New York Times
O camarada Greenspan quer que agarremos os altos postos de comando da economia.
Ok, não exatamente. O que Alan Greenspan, o ex-presidente da Reserva Federal - e um leal defensor dos mercados livres - realmente disse foi, "Pode ser necessário estatizar temporariamente alguns bancos para facilitar uma reestruturação rápida e ordenada". Eu concordo.
O caso da estatização depende de três observações.
Primeiro, alguns dos principais bancos estão perigosamente próximos de uma situação crítica - aliás, eles já teriam fracassado se os investidores não esperassem um resgate por parte do governo, caso fosse necessário.
Segundo, os bancos precisam ser resgatados. O colapso dos irmãos Lehman quase destruiu o sistema financeiro mundial e não podemos arriscar deixar que instituições muito maiores, como o Citigroup ou o Bank of America, implodam.
Terceiro, enquanto que os bancos devem ser resgatados, o governo dos Estados Unidos não pode bancar, fisicamente ou politicamente, a concessão de presentes enormes para os acionistas dos bancos.
Sejamos objetivos aqui. Há uma chance razoável - não uma certeza - de que Citi e o Bank of America, juntos, perderão centenas de bilhões de dólares nos próximos anos. E o seu capital, o excedente dos seus ativos sobre seus passivos, não é, de longe, grande o suficiente para cobrir estas perdas em potencial.
Comprovadamente, a única razão pela qual eles ainda não fracassaram é porque o governo está agindo como um escudo, garantindo suas obrigações de forma implícita. Mas eles são bancos zumbis, incapazes de fornecer o crédito que a economia precisa.
Para acabar com a sua situação de zumbis, os bancos precisam de mais capital. Mas eles não podem levantar mais capital de investidores privados. Então o governo precisa fornecer os fundos necessários.
Mas olhe só: os fundos necessários para trazer estes bancos completamente de volta à vida ultrapassariam muito o que eles valem atualmente. O Citi e o BofA têm um valor de mercado combinado de menos de US$ 30 bilhões e mesmo este valor é principalmente, se não totalmente, baseado na esperança de que os acionistas conseguirão uma parte de uma ajuda do governo. E se for basicamente aplicar todo o dinheiro, o governo deveria ganhar o controle acionário em troca.
Mas, a estatização não é antiamericana? Não, ela é tão americana quanto a torta de maçã.
Recentemente, o Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC) tem confiscado bancos que considera insolventes à razão de aproximadamente dois por semana. Quando o FDIC confisca um banco, ele toma posse dos ativos ruins do banco, salda alguns dos seus débitos e revende a instituição já lucrativa para investidores privados. E é exatamente o que os defensores da estatização temporária querem ver acontecer, não apenas aos bancos pequenos que o FDIC tem confiscado, mas com bancos maiores que estão insolventes de forma parecida.
A questão real é por que a administração Obama continua surgindo com propostas que soam como possíveis alternativas à estatização, mas que acabam por envolver enormes ajudas aos acionistas dos bancos.
Por exemplo, a administração inicialmente lançou a idéia de oferecer aos bancos garantias contar perdas sobre ativos problemáticos. Isto teria sido um grande negócio para os acionistas dos bancos, não tanto para o resto de nós: cara, eles ganham; coroa, os contribuintes perdem.
Agora, a administração está falando sobre uma "parceria público-privada" para comprar ativos problemáticos dos bancos, com o governo emprestando dinheiro para investidores privados para esta finalidade. Isto ofereceria aos investidores uma aposta de uma via: se os ativos subirem de preço, os investidores ganham; se eles caírem consideravelmente, os investidores saem de fininho e deixam o governo levar a culpa. Novamente, cara, eles ganham; coroa, nós perdemos.
Por que simplesmente não ir em frente e estatizar? Lembre-se, quanto mais convivermos com bancos zumbis, mais difícil será acabar com a crise econômica.
Como a estatização ocorreria? Tudo que a administração precisa fazer é levar a sério o seu "teste de estresse" planejado para os grandes bancos e não esconder os resultados quando um banco fracassar no teste, tornando necessária uma aquisição. Sim, a coisa toda teria um gosto de Claude Rains, visto que um governo que tem escorado bancos há meses declara estar abalado, chocado com o estado deprimente dos seus balanços. Mas está tudo bem
. E mais uma vez, o controle acionário governamental a longo prazo não é o objetivo: como os pequenos bancos confiscados pelo FDIC toda semana, os grandes bancos seriam devolvidos ao controle privado assim que possível. O blog financeiro Calculated Risk sugere que ao invés de chamar o processo de estatização, chamemos de "pré-privatização".
A administração Obama, diz Robert Gibbs, o porta-voz da Casa Branca, acredita "que um sistema bancário controlado de forma privada é o caminho correto a seguir". É assim que todos nós pensamos. Mas o que temos agora não é iniciativa privada, é socialismo do limão: os bancos ficam com o lucro, mas os contribuintes arcam com os riscos. E isto está perpetuando os bancos zumbis, bloqueando a recuperação da economia.
O que queremos é um sistema no qual os bancos assumam tanto os prejuízos quanto os lucros. E a estrada para este sistema passa pela estatização.
Paul Krugman é economista, professor da Universidade de Princeton e colunista do The New York Times. Ganhou o prêmio Nobel de economia de 2008. Artigo distribuído pelo New York Times News Service.
Opiniões expressas aqui são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente estão de acordo com os parâmetros editoriais de Terra Magazine.
Germano José Taufer,
Os bancos à beira da nacionalização
Alan Greenspan, ex--presidente do Federal Reserve
Paul KrugmanDo The New York Times
O camarada Greenspan quer que agarremos os altos postos de comando da economia.
Ok, não exatamente. O que Alan Greenspan, o ex-presidente da Reserva Federal - e um leal defensor dos mercados livres - realmente disse foi, "Pode ser necessário estatizar temporariamente alguns bancos para facilitar uma reestruturação rápida e ordenada". Eu concordo.
O caso da estatização depende de três observações.
Primeiro, alguns dos principais bancos estão perigosamente próximos de uma situação crítica - aliás, eles já teriam fracassado se os investidores não esperassem um resgate por parte do governo, caso fosse necessário.
Segundo, os bancos precisam ser resgatados. O colapso dos irmãos Lehman quase destruiu o sistema financeiro mundial e não podemos arriscar deixar que instituições muito maiores, como o Citigroup ou o Bank of America, implodam.
Terceiro, enquanto que os bancos devem ser resgatados, o governo dos Estados Unidos não pode bancar, fisicamente ou politicamente, a concessão de presentes enormes para os acionistas dos bancos.
Sejamos objetivos aqui. Há uma chance razoável - não uma certeza - de que Citi e o Bank of America, juntos, perderão centenas de bilhões de dólares nos próximos anos. E o seu capital, o excedente dos seus ativos sobre seus passivos, não é, de longe, grande o suficiente para cobrir estas perdas em potencial.
Comprovadamente, a única razão pela qual eles ainda não fracassaram é porque o governo está agindo como um escudo, garantindo suas obrigações de forma implícita. Mas eles são bancos zumbis, incapazes de fornecer o crédito que a economia precisa.
Para acabar com a sua situação de zumbis, os bancos precisam de mais capital. Mas eles não podem levantar mais capital de investidores privados. Então o governo precisa fornecer os fundos necessários.
Mas olhe só: os fundos necessários para trazer estes bancos completamente de volta à vida ultrapassariam muito o que eles valem atualmente. O Citi e o BofA têm um valor de mercado combinado de menos de US$ 30 bilhões e mesmo este valor é principalmente, se não totalmente, baseado na esperança de que os acionistas conseguirão uma parte de uma ajuda do governo. E se for basicamente aplicar todo o dinheiro, o governo deveria ganhar o controle acionário em troca.
Mas, a estatização não é antiamericana? Não, ela é tão americana quanto a torta de maçã.
Recentemente, o Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC) tem confiscado bancos que considera insolventes à razão de aproximadamente dois por semana. Quando o FDIC confisca um banco, ele toma posse dos ativos ruins do banco, salda alguns dos seus débitos e revende a instituição já lucrativa para investidores privados. E é exatamente o que os defensores da estatização temporária querem ver acontecer, não apenas aos bancos pequenos que o FDIC tem confiscado, mas com bancos maiores que estão insolventes de forma parecida.
A questão real é por que a administração Obama continua surgindo com propostas que soam como possíveis alternativas à estatização, mas que acabam por envolver enormes ajudas aos acionistas dos bancos.
Por exemplo, a administração inicialmente lançou a idéia de oferecer aos bancos garantias contar perdas sobre ativos problemáticos. Isto teria sido um grande negócio para os acionistas dos bancos, não tanto para o resto de nós: cara, eles ganham; coroa, os contribuintes perdem.
Agora, a administração está falando sobre uma "parceria público-privada" para comprar ativos problemáticos dos bancos, com o governo emprestando dinheiro para investidores privados para esta finalidade. Isto ofereceria aos investidores uma aposta de uma via: se os ativos subirem de preço, os investidores ganham; se eles caírem consideravelmente, os investidores saem de fininho e deixam o governo levar a culpa. Novamente, cara, eles ganham; coroa, nós perdemos.
Por que simplesmente não ir em frente e estatizar? Lembre-se, quanto mais convivermos com bancos zumbis, mais difícil será acabar com a crise econômica.
Como a estatização ocorreria? Tudo que a administração precisa fazer é levar a sério o seu "teste de estresse" planejado para os grandes bancos e não esconder os resultados quando um banco fracassar no teste, tornando necessária uma aquisição. Sim, a coisa toda teria um gosto de Claude Rains, visto que um governo que tem escorado bancos há meses declara estar abalado, chocado com o estado deprimente dos seus balanços. Mas está tudo bem
. E mais uma vez, o controle acionário governamental a longo prazo não é o objetivo: como os pequenos bancos confiscados pelo FDIC toda semana, os grandes bancos seriam devolvidos ao controle privado assim que possível. O blog financeiro Calculated Risk sugere que ao invés de chamar o processo de estatização, chamemos de "pré-privatização".
A administração Obama, diz Robert Gibbs, o porta-voz da Casa Branca, acredita "que um sistema bancário controlado de forma privada é o caminho correto a seguir". É assim que todos nós pensamos. Mas o que temos agora não é iniciativa privada, é socialismo do limão: os bancos ficam com o lucro, mas os contribuintes arcam com os riscos. E isto está perpetuando os bancos zumbis, bloqueando a recuperação da economia.
O que queremos é um sistema no qual os bancos assumam tanto os prejuízos quanto os lucros. E a estrada para este sistema passa pela estatização.
Paul Krugman é economista, professor da Universidade de Princeton e colunista do The New York Times. Ganhou o prêmio Nobel de economia de 2008. Artigo distribuído pelo New York Times News Service.
Opiniões expressas aqui são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente estão de acordo com os parâmetros editoriais de Terra Magazine.
Germano José Taufer,
03/10/2008
Pré-História
História
476 – Queda Imp. Romano
Paleolítico – Mesolitico - Neolítico
P.Lascada - Polida - Id. Dos metais
Nascimento
Jesus Cristo
Idade Antiga
Idade Média
Idade Moderna
Id. Contemporânea
1789-Revol.
Francesa
1453-Tomada de Constantinopla pelos turcos
Civilizações/Agricultura
Sistema Feudal
Comércio - Grandes Navegações – Estados - colonialismo comercial
Rev. Industrial-1ª Guerra Mundial Capitalismo com - 2ª GM - Cap. Financeiro-Imperialismo-Neocol.
4000 a.C.
Escrita
.......
Pré-História
História
476 – Queda Imp. Romano
Paleolítico – Mesolitico - Neolítico
P.Lascada - Polida - Id. Dos metais
Nascimento
Jesus Cristo
Idade Antiga
Idade Média
Idade Moderna
Id. Contemporânea
1789-Revol.
Francesa
1453-Tomada de Constantinopla pelos turcos
Civilizações/Agricultura
Sistema Feudal
Comércio - Grandes Navegações – Estados - colonialismo comercial
Rev. Industrial-1ª Guerra Mundial Capitalismo com - 2ª GM - Cap. Financeiro-Imperialismo-Neocol.
4000 a.C.
Escrita
.......
História
476 – Queda Imp. Romano
Paleolítico – Mesolitico - Neolítico
P.Lascada - Polida - Id. Dos metais
Nascimento
Jesus Cristo
Idade Antiga
Idade Média
Idade Moderna
Id. Contemporânea
1789-Revol.
Francesa
1453-Tomada de Constantinopla pelos turcos
Civilizações/Agricultura
Sistema Feudal
Comércio - Grandes Navegações – Estados - colonialismo comercial
Rev. Industrial-1ª Guerra Mundial Capitalismo com - 2ª GM - Cap. Financeiro-Imperialismo-Neocol.
4000 a.C.
Escrita
.......
Pré-História
História
476 – Queda Imp. Romano
Paleolítico – Mesolitico - Neolítico
P.Lascada - Polida - Id. Dos metais
Nascimento
Jesus Cristo
Idade Antiga
Idade Média
Idade Moderna
Id. Contemporânea
1789-Revol.
Francesa
1453-Tomada de Constantinopla pelos turcos
Civilizações/Agricultura
Sistema Feudal
Comércio - Grandes Navegações – Estados - colonialismo comercial
Rev. Industrial-1ª Guerra Mundial Capitalismo com - 2ª GM - Cap. Financeiro-Imperialismo-Neocol.
4000 a.C.
Escrita
.......
24/03/2008
Mitologia Grega
Mitologia Grega
Características da Mitologia Grega, principais mitos e lendas, deuses gregos, Minotauro, Medusa, Hércules,
a influência da religião na vida política, econômica e social dos gregos
Minotauro: figura da mitologia grega
Introdução.
Os gregos criaram vários mitos para poder passar mensagens para as pessoas e também com o objetivo de preservar a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos. Portanto, para buscar um significado para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, através da literatura oral.
Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos, políticos e culturais.
Entendendo a Mitologia Grega.
Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.
Os principais seres mitológicos da Grécia Antiga eram :
- Heróis : seres mortais, filhos de deuses com seres humanos. Exemplos : Herácles ou Hércules e Aquiles.
- Ninfas : seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade.
- Sátiros : figura com corpo de homem, chifres e patas de bode.
- Centauros : corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo.
- Sereias : mulheres com metade do corpo de peixe, atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes.
- Górgonas : mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo: Medusa
- Quimeras : mistura de leão e cabra, soltavam fogo pelas ventas.
Medusa: mulher com serpentes na cabeça
O Minotauro
É um dos mitos mais conhecidos e já foi tema de filmes, desenhos animados, peças de teatro, jogos etc. Esse monstro tinha corpo de homem e cabeça de touro. Forte e feroz, habitava um labirinto na ilha de Creta. Alimentava-se de sete rapazes e sete moças gregas, que deveriam ser enviadas pelo rei Egeu ao Rei Minos, que os enviavam ao labirinto. Muitos gregos tentaram matar o minotauro, porém acabavam se perdendo no labirinto ou mortos pelo monstro.
Certo dia, o rei Egeu resolveu enviar para a ilha de Creta seu filho, Teseu, que deveria matar o minotauro. Teseu recebeu da filha do rei de Creta, Ariadne, um novelo de lã e uma espada. O herói entrou no labirinto, matou o Minotauro com um golpe de espada e saiu usando o fio de lã que havia marcado todo o caminho percorrido.
Deuses gregos
De acordo com o gregos, os deuses habitavam o topo do Monte Olimpo, principal montanha da Grécia Antiga. Deste local, comandavam o trabalho e as relações sociais e políticas dos seres humanos. Os deuses gregos eram imortais, porém possuíam características de seres humanos. Ciúmes, inveja, traição e violência também eram características encontradas no Olimpo. Muitas vezes, apaixonavam-se por mortais e acabavam tendo filhos com estes. Desta união entre deuses e mortais surgiam os heróis.
Conheça os principais deuses gregos :
Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu.
Afrodite - deusa do amor, sexo e beleza.
Poseidon - deus dos mares
Hades - deus dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo.
Hera - deusa dos casamentos e da maternidade.
Apolo - deus da luz e das obras de artes.
Artemis - deusa da caça.
Ares - divindade da guerra..
Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Protetora da cidade de Atenas
Hermes - divindade que representava o comércio e as comunicações
Hefestos - divindade do fogo e do trabalho.
Características da Mitologia Grega, principais mitos e lendas, deuses gregos, Minotauro, Medusa, Hércules,
a influência da religião na vida política, econômica e social dos gregos
Minotauro: figura da mitologia grega
Introdução.
Os gregos criaram vários mitos para poder passar mensagens para as pessoas e também com o objetivo de preservar a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos. Portanto, para buscar um significado para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, através da literatura oral.
Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos, políticos e culturais.
Entendendo a Mitologia Grega.
Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.
Os principais seres mitológicos da Grécia Antiga eram :
- Heróis : seres mortais, filhos de deuses com seres humanos. Exemplos : Herácles ou Hércules e Aquiles.
- Ninfas : seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade.
- Sátiros : figura com corpo de homem, chifres e patas de bode.
- Centauros : corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo.
- Sereias : mulheres com metade do corpo de peixe, atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes.
- Górgonas : mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo: Medusa
- Quimeras : mistura de leão e cabra, soltavam fogo pelas ventas.
Medusa: mulher com serpentes na cabeça
O Minotauro
É um dos mitos mais conhecidos e já foi tema de filmes, desenhos animados, peças de teatro, jogos etc. Esse monstro tinha corpo de homem e cabeça de touro. Forte e feroz, habitava um labirinto na ilha de Creta. Alimentava-se de sete rapazes e sete moças gregas, que deveriam ser enviadas pelo rei Egeu ao Rei Minos, que os enviavam ao labirinto. Muitos gregos tentaram matar o minotauro, porém acabavam se perdendo no labirinto ou mortos pelo monstro.
Certo dia, o rei Egeu resolveu enviar para a ilha de Creta seu filho, Teseu, que deveria matar o minotauro. Teseu recebeu da filha do rei de Creta, Ariadne, um novelo de lã e uma espada. O herói entrou no labirinto, matou o Minotauro com um golpe de espada e saiu usando o fio de lã que havia marcado todo o caminho percorrido.
Deuses gregos
De acordo com o gregos, os deuses habitavam o topo do Monte Olimpo, principal montanha da Grécia Antiga. Deste local, comandavam o trabalho e as relações sociais e políticas dos seres humanos. Os deuses gregos eram imortais, porém possuíam características de seres humanos. Ciúmes, inveja, traição e violência também eram características encontradas no Olimpo. Muitas vezes, apaixonavam-se por mortais e acabavam tendo filhos com estes. Desta união entre deuses e mortais surgiam os heróis.
Conheça os principais deuses gregos :
Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu.
Afrodite - deusa do amor, sexo e beleza.
Poseidon - deus dos mares
Hades - deus dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo.
Hera - deusa dos casamentos e da maternidade.
Apolo - deus da luz e das obras de artes.
Artemis - deusa da caça.
Ares - divindade da guerra..
Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Protetora da cidade de Atenas
Hermes - divindade que representava o comércio e as comunicações
Hefestos - divindade do fogo e do trabalho.
02/03/2008
Pais X Adolescentes
De todas as reportagens que li sobre os perigos da Internet, duas me chamaram a atenção. Uma é sobre um estudo realizado nos Estados Unidos, a cerca dos impactos da Internet sobre as pessoas e a qualidade de vida. Os autores deste estudo criticaram o uso excessivo do computador alegando que este comportamento pode causar isolamento social e alimentar o fantasma de um mundo sem contato humano ou emoções. De acordo com este estudo, 55% dos americanos já estão conectados à rede e 43% dos lares do país possuem computadores ligados a ela. Este estudo comprova que a navegação na Internet deixou de ser uma atividade ligada ao trabalho e está cada vez mais se tornando um hábito doméstico ocupando o tempo que antes era destinado a outras formas de lazer e convívio social. Os autores alertam que este tipo de comportamento pode afetar os tele-trabalhadores que, sem perceber, podem não conseguir mais separar o horário de trabalho com os momentos de lazer em família. Não é de admirar que já existam centros de serviços especializados em vício em computador/Internet, que tratam a fixação pela rede conhecida como “distúrbio de adição a Internet” ou “Internet - dependência” ou ainda, “Internet - compulsão”. Isto eu fiquei sabendo ao ler a outra reportagem, onde os psiquiatras afirmam que a Internet pode viciar e se tornar problema psiquiátrico. Eles estimam que entre 6% a 10% dos aproximadamente 189 milhões de americanos usuários do computador padecem desse distúrbio. De acordo com uma psiquiatra da Universidade da Pensilvânia, um dos principais sintomas do distúrbio é a preocupação constante por “estar conectado”, assim como mentir sobre o tempo que passa navegando e sobre o tipo de conteúdo visualizado. Outros sinais do vício são o isolamento social, dor na coluna e aumento de peso.Segundo uma especialista nesta área, se o padrão de uso da Internet interfere no cotidiano ou tem impacto nas relações profissionais, familiares e com amigos, certamente, há algum problema e precisa ser tratado. E agora pasmem colegas, pois a infidelidade via Internet é o maior problema, onde 50% dos que procuram tratamento são os próprios doentes ou parentes que sofrem as seqüelas da infidelidade via Internet. No Centro de Adição Online na Pensilvânia, há um grupo de apoio as “cyberviúvas”, ou seja, esposas de viciados em relações amorosas, pornografia ou apostas via Internet. A pesquisadora aprofunda os estudos sobre este distúrbio no livro ”Caught in the net” (Capturado pela Rede). Pois é pessoal, como diz Moran a tecnologia tanto serve para o bem como para o mal, tudo depende do uso que fazemos dela.
03/02/2008
Conceitos
1. HISTÓRIA
É uma ciência que estuda o homem e suas relações com a natureza e com os outros homens em todos os aspectos da vida em sociedade.
2. FONTES HISTÓRICAS
É tudo aquilo que permite a reconstrução da vida do homem ao longo do tempo.
Orais: lendas, estórias, canções etc. (tradição)
Escritas: tudo o que envolve registro escrito = contratos, leis, etc.
Vestígios: construções, esculturas, moedas, armas, fósseis, pinturas etc.
3. Você e a História
a)Resuma em seu caderno - Como faço história.
b)Escreva em seu caderno em 10 minutos; Minha vida, minha história.
4. FATO HISTÓRICO
Todas as ações do homem com a natureza e com ele próprio.
que são considerados relevantes; são selecionados e registrados de forma organizada, de acordo com os conhecimentos adquiridos pelo historiador.
5. CIENCIAS AUXILIARES DA HISTÓRIA
1. Geografia = estuda a terra em seu aspecto físico e as relações entre os grupos humanos e a natureza.
2. Sociologia = estuda as relações das pessoas no grupo social em que vivem e dos grupos sociais entre si.
3. Antropologia = estuda os grupos humanos em seus aspectos físicos e culturais.
4. Arqueologia = estuda os vestígios deixados pelos diferentes povos.
5. Paleontologia = estuda os fósseis
6. Paleografia = estuda as escritas.
7. Economia = estuda as relações de produção, distribuição e consumo.
8. Diplomacia = estuda os documentos oficiais.
9. Cronologia = estuda os diferentes calendários e ajuda a ordenar o tempo.
6. O TEMPO
1. O tempo histórico está assim dividido:
Pré-história = surgimento do homem, até a invenção da escrita = + - 4.000 a. C.
História = após a escrita
7. Pré-história –
1. Idade da Pedra Lascada ou Período Paleolítico.
Estima-se que os ancestrais dos hominídeos apareceram cerca de 12 milhões de anos atrás e o primeiro, cerca de 2 a 1 milhão de anos, existia o AUSTRALOPITECUS E O HOMO-HABILIS que viviam na África. Este último teria evoluído para o HOMO-ERECTUS, que já estava na Ásia, a cerca de 500 mil anos. Cerca de 200 a 100 mil anos, evoluiu para o que classificamos de Homem de NEANDERTHAL, vivia no norte da áfrica, Europa e Oriente-médio; com características evoluídas: caixa craniana maior, braços mais longos, testa saliente e vida comunitária. Convivendo com o neanderthalis, encontra-se o CRO-MAGNON, cerca de 40 mil anos, com este chega-se ao HOMO-SAPIENS, que possui características do homem atual. Destes, provavelmente, surgiram as diversas raças, a partir de variações biológicas, como cor do cabelo, da pele, formato do crânio e do nariz. ( muitas dessas variações, são acompanhadas pelas condições de vida).
Recebe esse nome, porque os instrumentos que o homem utilizava, eram feitos a partir de pedras, batendo uma contras as outras, obtinha pedaços que lhe permitiam outras atividades.(machado, facas, ponta de lanças etc.
Nesse período, o homem era nômade, caçador e coletor.
Esse período é conhecido também como o da glaciação ( épocas de gelo). Vida em cavernas e domínio do fogo, bem como a provável travessia do velho continente asiático, para o nosso. A arte já era expressa, sobre rochas, através de figuras entalhadas (pinturas rupestres).
O convívio em grupo é evidente e necessário.
2. Idade da Pedra Polida ou Mesolítico
Por volta de 10 mil anos a.C. , a terra passou por uma grande mudança de clima, com séries modificações na vegetação e hábitos dos animais, isso teria provocado no homem, a necessidade de cultivar plantas e domesticar animais, para sua sobrevivência.
Aos poucos, o homem foi aprendendo a melhorar seus instrumentos (polir); utilizar a pele dos animais para se proteger do frio; construir locais de proteção contra animais (cabanas); utilizar e cultivar principais plantas comestíveis; adota vida mais sedentária, o que lhe permite mais tempo de raciocínio para construir novos instrumentos (cerâmica) e desenvolver a agricultura.
6 mil a. C. – iniciaram a utilização da cerâmica cozida – fios e tecidos a partir de fibras.
3. Idade dos Metais ou Neolitico
Por volta de 3.500 a. C. os grupos humanos teriam descoberto o cobre e o bronze.
Revolução agrícola. Nos 3.000 anos que se seguem, o aumento populacional e o sedentarismo, são responsáveis pelas evoluções instrumentais e novas descobertas.
É uma ciência que estuda o homem e suas relações com a natureza e com os outros homens em todos os aspectos da vida em sociedade.
2. FONTES HISTÓRICAS
É tudo aquilo que permite a reconstrução da vida do homem ao longo do tempo.
Orais: lendas, estórias, canções etc. (tradição)
Escritas: tudo o que envolve registro escrito = contratos, leis, etc.
Vestígios: construções, esculturas, moedas, armas, fósseis, pinturas etc.
3. Você e a História
a)Resuma em seu caderno - Como faço história.
b)Escreva em seu caderno em 10 minutos; Minha vida, minha história.
4. FATO HISTÓRICO
Todas as ações do homem com a natureza e com ele próprio.
que são considerados relevantes; são selecionados e registrados de forma organizada, de acordo com os conhecimentos adquiridos pelo historiador.
5. CIENCIAS AUXILIARES DA HISTÓRIA
1. Geografia = estuda a terra em seu aspecto físico e as relações entre os grupos humanos e a natureza.
2. Sociologia = estuda as relações das pessoas no grupo social em que vivem e dos grupos sociais entre si.
3. Antropologia = estuda os grupos humanos em seus aspectos físicos e culturais.
4. Arqueologia = estuda os vestígios deixados pelos diferentes povos.
5. Paleontologia = estuda os fósseis
6. Paleografia = estuda as escritas.
7. Economia = estuda as relações de produção, distribuição e consumo.
8. Diplomacia = estuda os documentos oficiais.
9. Cronologia = estuda os diferentes calendários e ajuda a ordenar o tempo.
6. O TEMPO
1. O tempo histórico está assim dividido:
Pré-história = surgimento do homem, até a invenção da escrita = + - 4.000 a. C.
História = após a escrita
7. Pré-história –
1. Idade da Pedra Lascada ou Período Paleolítico.
Estima-se que os ancestrais dos hominídeos apareceram cerca de 12 milhões de anos atrás e o primeiro, cerca de 2 a 1 milhão de anos, existia o AUSTRALOPITECUS E O HOMO-HABILIS que viviam na África. Este último teria evoluído para o HOMO-ERECTUS, que já estava na Ásia, a cerca de 500 mil anos. Cerca de 200 a 100 mil anos, evoluiu para o que classificamos de Homem de NEANDERTHAL, vivia no norte da áfrica, Europa e Oriente-médio; com características evoluídas: caixa craniana maior, braços mais longos, testa saliente e vida comunitária. Convivendo com o neanderthalis, encontra-se o CRO-MAGNON, cerca de 40 mil anos, com este chega-se ao HOMO-SAPIENS, que possui características do homem atual. Destes, provavelmente, surgiram as diversas raças, a partir de variações biológicas, como cor do cabelo, da pele, formato do crânio e do nariz. ( muitas dessas variações, são acompanhadas pelas condições de vida).
Recebe esse nome, porque os instrumentos que o homem utilizava, eram feitos a partir de pedras, batendo uma contras as outras, obtinha pedaços que lhe permitiam outras atividades.(machado, facas, ponta de lanças etc.
Nesse período, o homem era nômade, caçador e coletor.
Esse período é conhecido também como o da glaciação ( épocas de gelo). Vida em cavernas e domínio do fogo, bem como a provável travessia do velho continente asiático, para o nosso. A arte já era expressa, sobre rochas, através de figuras entalhadas (pinturas rupestres).
O convívio em grupo é evidente e necessário.
2. Idade da Pedra Polida ou Mesolítico
Por volta de 10 mil anos a.C. , a terra passou por uma grande mudança de clima, com séries modificações na vegetação e hábitos dos animais, isso teria provocado no homem, a necessidade de cultivar plantas e domesticar animais, para sua sobrevivência.
Aos poucos, o homem foi aprendendo a melhorar seus instrumentos (polir); utilizar a pele dos animais para se proteger do frio; construir locais de proteção contra animais (cabanas); utilizar e cultivar principais plantas comestíveis; adota vida mais sedentária, o que lhe permite mais tempo de raciocínio para construir novos instrumentos (cerâmica) e desenvolver a agricultura.
6 mil a. C. – iniciaram a utilização da cerâmica cozida – fios e tecidos a partir de fibras.
3. Idade dos Metais ou Neolitico
Por volta de 3.500 a. C. os grupos humanos teriam descoberto o cobre e o bronze.
Revolução agrícola. Nos 3.000 anos que se seguem, o aumento populacional e o sedentarismo, são responsáveis pelas evoluções instrumentais e novas descobertas.
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